16/11/2013

Na Visão de Carl G.Jung

Perda da Alma é oque os povos primitivos denominavam em outras palavras, perda da consciência, segundo Jung esses povos que absorviam um desenvolvimento da alma (da Psique) não compreendida como uma unidade, a alma que encarna um animal selvagem (na sua natureza instintiva), uma árvore com qual o individuo possua alguma identidade psíquica, a alma está longe de ser unificada. E o símbolo são sinais  que servem para indicar os objetos e sentidos, e descobrir a identidade de nossa psique. Quando a mente explora um símbolo, é conduzida a ideias que estão fora do alcance da nossa razão. Quando chamamos alguma coisa de divino, estamos dando-lhe apenas um nome, que poderá estar baseado em uma crença, mas nunca em uma evidência.
E por isso tantas coisas do que vivemos principalmente em nossas experiências ligadas a visões, sonhos, astral que são fatos não concretos na realidade fisica, mas que é viva no interior e que surge principalmente através de símbolos, ícones, imagens. A maioria das religiões usam os símbolos, por existirem inúmeras coisas fora do alcance da compreensão humana. O homem também produz estes símbolos em seus sonhos e nunca pode perceber uma coisa por completo, só depende da capacidade do alcance de seus sentidos.
Não importa até onde o homem estenda os seus sentidos, sempre haverá um limite à sua percepção consciente. O sonho é o mais fecundo e acessível campo de exploração da faculdade interior do homem e seu simbolismo. Os sonhos têm uma função própria especial e significativa e na maioria das vezes com estruturas bem definidas, com um sentido evidente indicando alguma ideia ou intenção subjacente, que expressa o que o inconsciente tenta dizer. Carl G.jung

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